Estudo liga pouco sono a câncer de mama
Mulheres que regularmente dormem seis horas ou menos por noite podem estar aumentando o risco de ter câncer de mama em mais de 60%, segundo um estudo de pesquisadores japoneses.O estudo, realizado por uma equipe da Tohoku University Graduate School of Medicine in Sendai, no Japão, foi publicado na revista acadêmica "British Journal of Cancer".Os cientistas analisaram os hábitos de quase 24 mil mulheres com idades entre 40 e 79 anos durante oito anos. Nesse período, 143 foram diagnosticadas com câncer de mama.Eles descobriram que aquelas que dormiam regularmente seis horas ou menos por noite tinham 62% mais chances de ter câncer de mama comparado com as que dormiam regularmente sete horas. Além disso, mulheres que dormiam, em média, nove horas por noite tinham 28% menos chances de ter o tumor.Os cientistas acreditam que a ligação pode estar no hormônio melatonina, produzido pelo cérebro durante o sono para regular o relógio interno do corpo. A melatonina teria um papel importante na prevenção do câncer de mama ao controlar a quantidade de hormônios sexuais que é liberada.Eles afirmam, no entanto, que não tiveram informações sobre a qualidade do sono das mulheres, o uso de remédios para dormir ou a presença de problemas na hora de dormir. A organização Cancer Research UK disse que um "número crescente de estudos" aponta para uma ligação entre falta de sono e câncer. "A evidência atual sugere que hábitos na hora de dormir podem ter um pequeno efeito no risco de câncer de mama", disse Henry Scowcroft, da Cancer Research UK ao jornal "Daily Mail"."Mas ainda é muito cedo para dizer se esse efeito é importante quando comparado com outros fatores de risco no estilo de vida, como peso, exercícios e consumo de álcool", concluiu. Créditos:Da BBC Brasil
Funcionário que fumar no Hospital das Clínicas, em SP, pode ser suspenso
Funcionários do HC (Hospital das Clínicas), em São Paulo, que forem surpreendidos fumando podem ser suspensos a partir desta segunda-feira (3). O Instituto Central do HC estendeu a proibição do fumo para áreas que funcionavam como 'fumódromos' do Pronto-Socorro, do Prédio dos Ambulatórios e das unidades de internação, como jardins, pátios abertos e corredores. Os que desejarem fumar - sejam funcionários, visitantes ou pacientes - só poderão fazê-lo na calçada.
De acordo com a assessoria do HC, o pessoal dos setores de segurança e higiene e limpeza foram treinados para fazer a abordagem dos que estiverem infringindo a norma. Bitucas também servirão como indicadores da conduta irregular.No caso dos funcionários, os infratores receberão primeiro uma advertência verbal. Na reincidência, uma advertência por escrito. Se houver persistência, o funcionário pode ser suspenso. Nem mesmo os pacientes dependentes do tabaco poderão continuar a acender cigarros nas dependências do hospital. Estes receberão, no momento da internação, um adesivo cinza na ficha, que indica à equipe médica que o paciente deverá ter seu grau de dependência avaliado. Se necessário, ele poderá ser submetido à terapia de substituição da nicotina, feita com a aplicação de adesivos sobre a pele.Quanto aos visitantes, serão advertidos verbalmente sobre a proibição. Em caso de insistência, poderão receber multa. De acordo com a assessoria de imprensa, o HC está se adequando à lei estadual 13.016, de 19 de maio de 2008, que proíbe o fumo em prédios públicos.
De acordo com a assessoria do HC, o pessoal dos setores de segurança e higiene e limpeza foram treinados para fazer a abordagem dos que estiverem infringindo a norma. Bitucas também servirão como indicadores da conduta irregular.No caso dos funcionários, os infratores receberão primeiro uma advertência verbal. Na reincidência, uma advertência por escrito. Se houver persistência, o funcionário pode ser suspenso. Nem mesmo os pacientes dependentes do tabaco poderão continuar a acender cigarros nas dependências do hospital. Estes receberão, no momento da internação, um adesivo cinza na ficha, que indica à equipe médica que o paciente deverá ter seu grau de dependência avaliado. Se necessário, ele poderá ser submetido à terapia de substituição da nicotina, feita com a aplicação de adesivos sobre a pele.Quanto aos visitantes, serão advertidos verbalmente sobre a proibição. Em caso de insistência, poderão receber multa. De acordo com a assessoria de imprensa, o HC está se adequando à lei estadual 13.016, de 19 de maio de 2008, que proíbe o fumo em prédios públicos.
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